Funarbe pode ser recriada em Betim após anos desativada

Fundação ficou fora de funcionamento em 2020, na gestão de Vittorio Medioli, e retorno é proposto agora por Heron Guimarães

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Prefeitura envia à Câmara dois projetos que reativam a Funarbe, fundação cultural desativada em 2020 por Vittorio Medioli, e extinguem a Secretaria de Cultura.
Reunião ordinária da Câmara Municipal de Betim no dia 16 de junho de 2026 — Foto: Henrique Carvalho
Reunião ordinária da Câmara Municipal de Betim no dia 16 de junho de 2026 — Foto: Henrique Carvalho

O prefeito Heron Guimarães (União Brasil) enviou à Câmara Municipal, nesta semana, dois projetos de lei que propõem a reativação da Funarbe, fundação cultural desativada há seis anos por Vittorio Medioli.

Os dois projetos foram protocolados na Câmara e agora estão nas comissões da Casa, aguardando pareceres antes de seguirem para votação em plenário.

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Apesar de desativada desde 2020, a Funarbe nunca deixou de existir oficialmente: seu CNPJ permaneceu ativo todo esse tempo perante a Receita Federal.

Com a reativação, a fundação passaria a assumir as políticas culturais do município, hoje sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Cultura (Secult).

A Secult, então, deixaria de existir como secretaria, e suas atribuições seriam transferidas integralmente para a Funarbe.

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Um dos projetos também determina a abertura de concurso público para contratação de servidores efetivos da Funarbe, com prazo de até três anos para a realização do certame.

Os recursos do Fundo Municipal de Cultura, hoje vinculado à Secult, também passariam a ser administrados diretamente pela Funarbe, segundo os projetos.

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