Opinião

O coronelismo que insiste em sobreviver em pleno 2026

Sem tempo para ler? A ferramenta de IA resume para você

Às vésperas do primeiro turno das eleições de 2026, a velha política voltou a mostrar sua face em Betim, com pressão e ataques a quem pensa diferente. Um convite para quebrar as amarras e viver, de verdade, uma cidade livre e democrática.

A Betim da velha política deu as caras nos últimos dias, às vésperas do primeiro turno das eleições de 2026. E deu as caras do jeito de sempre: com recado, pressão e ataque a quem ousa pensar diferente.

Nem parece que estamos em 2026, em plena era da inteligência artificial. Enquanto o mundo discute o futuro, nossa cidade às vezes parece um pequeno refúgio de outros tempos, quando o coronel mandava e quem não seguia a lei dele era achincalhado de todas as maneiras.

Vivemos em um país democrático. Cada um tem o direito de dar sua opinião e fazer sua escolha, mesmo que essa escolha traga consequências ruins lá na frente. Isso faz parte do jogo, e é o eleitor quem colhe o resultado nas urnas.

Mas em Betim as consequências não esperam o futuro. Elas chegam no presente, na hora, para quem decide caminhar por conta própria. Quem desafia o coronel, quem não o deixa satisfeito ou quem simplesmente não anda ao lado dele vira alvo certo.

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Ainda bem que a comunicação mudou. Ela não está mais concentrada em poucas mãos, como foi por tanto tempo. Hoje, parte da população consegue ver a verdade como ela é, e não a versão manipulada que era servida de outrora.

Também aprendi que a infantilidade não vai embora com a idade. É nos atos do dia a dia que a gente amadurece. O apóstolo Paulo já ensinava isso em 1 Coríntios 13:11: “quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de criança”. Mesmo assim, há quem chegue à idade avançada com atitudes pequenas e, quando contrariado, age como uma criança birrenta que não aceita ouvir um não.

Betim merece muito mais. Os betinenses merecem muito mais. Essas amarras precisam ser quebradas, o futuro precisa chegar e a cidade precisa evoluir para viver, de verdade, a liberdade e a democracia.

Eu espero ver o tempo em que isso vai acontecer. E acredito que ele começa quando cada morador entende que o seu voto e a sua voz pertencem a ele, e a mais ninguém. Como diz Gálatas 5:1, “permaneçam firmes nessa liberdade, pois Cristo verdadeiramente nos libertou”.

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