Caso REVISA: Kenin G10 e Zequinha Romão depõem à Câmara

Pedido coletivo de sigilo é revisto e os dois liberam a imprensa a acompanhar as oitivas nesta terça-feira (9)

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Kenin G10 e Zequinha Romão foram ouvidos nesta terça-feira (9) pela comissão de ética da Câmara de Betim. Ambos são vereadores de primeiro mandato e liberaram o acompanhamento da imprensa em seus depoimentos.
Vereador Kenin do G10 (DC) durante seu na Comissão de Ética, Decoro Parlamentar e Estudo Legislativo da Câmara de Betim — Foto: Henrique Carvalho
Vereador Kenin do G10 (DC) durante seu na Comissão de Ética, Decoro Parlamentar e Estudo Legislativo da Câmara de Betim — Foto: Henrique Carvalho

A comissão de ética da Câmara Municipal de Betim ouviu na manhã desta terça-feira (9) os vereadores Kenin G10 (DC) e Zequinha Romão (PP), investigados no Caso REVISA.

Antes do início das oitivas, os quatro vereadores pediram que os depoimentos não fossem acompanhados pela imprensa. O pedido, feito em conjunto, foi aceito pela comissão.

Minutos depois, a condução dos trabalhos mudou. O sigilo passou a ser decidido individualmente por cada vereador, e não mais em bloco.

Primeiro a ser ouvido, Kenin G10 autorizou a presença da imprensa durante seu depoimento. Ele afirmou que a fiscalização das emendas parlamentares é uma prerrogativa do Executivo.

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O vereador disse estar arrependido da forma como conduziu a indicação e afirmou que vai agir diferente daqui para frente. A partir de agora, segundo ele, vai visitar as instituições antes de destinar qualquer emenda.

Kenin G10 está no primeiro mandato na Câmara e foi a primeira vez que ele destinou uma emenda parlamentar a uma entidade.

Zequinha Romão também abre depoimento à imprensa

Vereador Zequinha Romão (PP) durante seu na Comissão de Ética, Decoro Parlamentar e Estudo Legislativo da Câmara de Betim — Foto: Henrique Carvalho

Segundo a ser ouvido, Zequinha Romão também autorizou o acompanhamento da imprensa durante sua oitiva. Ele também está no primeiro mandato na Câmara de Betim.

Ele disse que não visitou a sede da instituição antes de indicar a emenda. Segundo o vereador, confiou na documentação apresentada, que considerou correta.

Zequinha afirmou que a consultora Fátima Rolim disse a ele que a instituição estava sem recursos. Essa informação, segundo o vereador, explicaria o fato de a sede da REVISA funcionar na casa da procuradora Solange Aparecida Silveira.

Nenhum dos dois vereadores apresentou documentação nova sobre os fatos apurados durante os depoimentos desta terça-feira (9).

As oitivas continuam à tarde, com os depoimentos de Rony Martins (Republicanos), marcado para as 15h, e Toninho da Farmácia (PL), às 16h. O Portal Atalaia acompanha e retorna com mais informações após os depoimentos.

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